OLHAR VIAJANTE

Curso tratará desde a pré-produção das viagens, partindo da escolha de lugares possíveis para o viajante, planejamento de roteiro, pesquisa sobre o destino, estudo de técnicas fotográficas e elaboração de temas de ensaios fotográficos que os lugares podem permitir e, principalmente, como aproveitar melhor sua viagem a partir da fotografia.
A ideia é mostrar que a fotografia pode ser o melhor guia de viagem. Através dela podemos conhecer países, pessoas, costumes, gastronomia e tudo que puder ser fotografado. A proposta é instigar os participantes a serem “passageiros do olhar” durante suas viagens e não apenas simples turistas que buscam apenas visitar os principais pontos turísticos dos lugares que conhecem.
A partir da educação do olhar e de dicas simples de como melhorar sua fotografia, a oficina Olhar Viajante dará ferramentas para aqueles que gostam de conhecer novos lugares e culturas, aproveitar melhor seu tempo e fazer de sua viagem uma experiência mais intensa.

com Valdemir Cunha
Dia: 21 de Abril 9h às 12h Local: Estação Cultura
20 vagas

RINOCERONTE

Neste workshop, o participante será imerso aos bastidores de um projeto autoral global de caráter ambiental que levou o fotógrafo Érico Hiller a ficar nove anos imerso no tema da “crise mundial da extinção dos rinocerontes”.

Ter acesso aos dilemas, dificuldades e aprendizados de um trabalho documental de longo prazo, poderá ajudar o participante a pontuar as reflexões, os caminhos percorridos e os aprendizados de um dos casos mais interessantes da fotografia brasileira na última década. Érico irá mostrar como chegou à concepção final do livro A JORNADA DO RINOCERONTE e também irá reservar um período para ler o portfólio dos alunos.

com Érico Hiler
9h às 12h e 13h30 às 16h Local: Estação Cultura
20 vagas

CAPTURANDO O MEME

Na oficina Capturando o Meme, o coletivo Erro99 analisa diferentes correntes e estilos de memes fotográficos (ou fotografias meméticas) e faz conexões entre essa linguagem contemporânea da internet e a fotografia autoral. A proposta é olhar com atenção para esse uso livre, popular e absurdamente criativo da fotografia e imaginar caminhos para a construção de trabalhos fotográficos potentes e inovadores em rede.

com Coletivo Erro 99
Dias: 21,22 e 23 de Abril 9h às 12h Local: Estação Cultura
20 vagas

 

DESMISTIFICANDO A CÂMERA FOTOGRÁFICA – DO ANALÓGICO AO DIGITAL

A fotografia evoluiu aceleradamente nas últimas décadas com os recursos do suporte digital, ampliando  significativamente as possibilidades do meio. Por outro lado, os aparatos tornaram-se cada vez mais impenetráveis à um olhar curioso sobre a formação da imagem no seu interior.

O mote deste workshop é desmistificar esta “caixa preta”, colocando o participante como protagonista da produção de uma fotografia em todas as suas etapas, da vivência no interior de uma câmera gigante à construção artesanal do próprio dispositivo captador de imagens; da exposição do negativo em um precário papel sensível a luz, à sua revelação manual no revelador químico, base da fotografia tradicional P&B e finalmente a positivação e tratamento da imagem no suporte digital, utilizando a câmera do dispositivo celular.

A idéia é aproximar o público dos processos tradicionais que remetem aos primórdios da história da fotografia, relacionando estes conhecimentos com a produção das imagens digitais contemporâneas.
com Ricardo Hantzchschel
Dia: 22 de Abril 9h às 12h e 13h30 às 16h Local: Estação Cultura
12 vagas

STÚDIO FOTOGRÁFICO

A única fonte de luz natural do nosso planeta é o sol, mas nem sempre podemos ou queremos contar só com a bondade do astro rei.

Onde, como e quando? Essas são as perguntas básicas na hora de iluminar uma cena, onde posicionar cada fonte de luz, com que intensidade, que direção, usar luz

difusa, direta, rebatida. Venha entender de forma clara e pratica como iluminar em estúdio em um rico intercâmbio experiências com Juan Carabetta e Daniel Gallo, fotógrafos de publicidade com campanhas para grandes clientes  nacionais e internacionais.
com Juan Carabetta e Daniel Gallo
Dias: 21,22 e 23 de Abril 9h às 12h Local: Estação Cultura
15 vagas

ND – NA ROTA DO DIABO VELHO

A ND é uma publicação educacional, impressa e digital, que representa a materialização do trabalho de oficinas de produção de conteúdo realizadas para estudantes, artistas visuais, comunicadores e profissionais ligados à imagem. Nosso principal objetivo é proporcionar aos interessados a participação em um projeto real, como uma maneira mais estimulante de aprendizado.

com Leo Drumond e Gustavo Nolasco
Dias: 21, 22 e 23 de Abril 9h às 12h – 14h às 17h Local: Estação Cultura
15 vagas

REVELANDO O TEMPO?

O workshop é mais um bate-papo sobre o processo artístico e de pensamento que envolve a pesquisa fotográfica da artista.

A fotografia é construída na imaginação do sujeito/fotógrafo e vislumbrada pelo olho e mente do sujeito/espectador: o resultado, sempre imaginário, extrapola as bordas da imagem, caminha pelos vãos, desvãos, pelas frestas e cantos… Determina uma paisagem inventada mas, nem por isto, impossível… Toda paisagem é possível, qualquer paisagem é provável… O tempo, um eterno ir e vir…

As questões abordadas nesta oficina são: material visual para discussão sobre a imagem contemporânea na sua relação com o olhar fisiológico, pensamento, padrões e códigos pré-definidos de leitura e compreensão e o uso da fotografia como instrumento na construção desta imagem – especialmente a fotografia estenopeica -, na construção da realidade e na desconstrução de significados a priori para conceitos fundamentais na contemporaneidade.

Também serão apresentados exemplos de “livros de artista” que desenvolvem pesquisa pertinente para a melhor compreensão do tema.
com Monica Mansur
Dia: 21 de Abril 10h às 13h Local: Estação Cultura
15 vagas

ANAMORFOSES NA CÂMERA OBSCURA

O fotógrafo, que é também físico, pretende, ao longo da oficina, descobrir e observar as imagens anamórficas que se formam no interior de uma câmera obscura nas superfícies não frontais ao orifício de entrada de luz; analisar a forma e o comportamento de algumas câmeras pinhole que registram as imagens anamórficas; e avaliar e refletir sobre o potencial criativo e representativo de fotografias obtidas com essas máquinas.

Será construída,  em colaboração com o grupo, uma câmera pinhole que utiliza os princípios anamórficos contidos na câmera obscura. Os participantes da oficina poderão fotografar e revelar as imagens obtidas no vagão-laboratório.

com Luiz Alberto Guimarães
Dia: 21 de Abril 9h às 13h e das 14h às 17h Local: Estação Cultura
15 vagas

FOTOGRAFIA DE RUA “CONEXÕES FOTOGRÁFICAS”,

O que vou encontrar ao virar a esquina? Antes de ver com olhos, aponte a objetiva da câmera e veja o resultado. Continue a caminhada em busca de uma composição surpreendente. Cidades são cenários que permanecem imóveis e muita coisa em movimento numa profusão caótica de linhas, cores, texturas, brilhos, sons, cheiros entre figuras humanas em movimento a todo instante podem revelar algo numa perfeita harmonia dentro do caos.

Exercitar sua agilidade no olhar e rapidez de disparo podem revelar imagem pura, surpreendente. Muita mais que revelar algo que está acontecendo, a imagem passa a ser o espelho da sociedade, um momento humano singular. Desafiar os sentidos, exercitar o olhar, dominar seus reflexos com a câmera e desenvolver técnicas para o registro do imprevisto. Aceite o desafio.

com Nelson Chinalia; Kamá Ribeiro e Carlos Bassan
Dias: 21, 22 e 23 de Abril 9h às 12h Local: Estação Cultura
60 vagas

FOTOGRAFIA DE RUA “FEBRE NO ASFALTO”

Com Renato Stockler; Francio de Holanda e Gui Galembeck
Dias: 21, 22 e 23 de Abril 9h às 12h
Local: Estação Cultura

60 vagas
A rua é o cenário mais icônico na relação entre personagens, história e diversidade cultural. Ela é palco dos grandes movimentos sociais, da solidão individual em meio a multidão, de cicatrizes históricas impressas em suas construções, de um eterno ir e vir, das atividades permanentes e das que estão em constante mudança; é espaço rico em cenas e carregado de sentimentos.

Saber observa-la é um importante exercício para quem a registra, não só pelo modo que se efetua de fato esse registro, mas pela maneira pessoal de interpretar e torna-la fixa em imagens que transmitam um ponto de vista único.

Fotografar a rua requer reflexão sobre como a enxergamos e também como as pessoas se relacionam com ela e dentro dela. A convergência entre indivíduo e lugar, sua presença ou ausência, transforma o conjunto de fragmentos que juntos revelam o ponto de vista pessoal do fotógrafo.

A proposta dessa oficina é refletir sobre esse espaço, explorar suas possibilidades fotográficas e trabalhar nas marcas pessoais acerca desse tema, com a intenção de que cada um saiba produzir um ensaio, individual ou coletivo, que traduza suas impressões sobre o tempo e o espaço dentro do mesmo contexto
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